jan 19

ATENÇÃO !

Informação OBRIGATÓRIA todos que utilizam a INTERNET para qualquer fim.
Pois todos serão prejudicados, principalmente quem vive dela.
Leiam até o final pois realmente é um assunto muito sério.

ATENÇÃO !

Agora que todos estão por dentro do SOPA, PIPA e, espero, o ACTA (que é internacional), devemos parar por um segundo e ver o problema maior por trás disso tudo.

Todos estes projetos foram iniciados, e são apoiados, por políticos tecnologicamente ignorantes que não entendem nada sobre a cultura social e comercial da internet, e muito menos sobre a infra-estrutura que permite sua existência. Você teria sorte em achar um que seja competente com um computador.

A criação destes projetos se deve à pressão de grupos corporativos gigantes como a RIAA, MPAA entre outros, de forma a combater a “pirataria” de músicas e filmes. Dessa forma, todos estes projetos são vendidos com o intuito de “proteger” propriedade intelectual e copyrights contra “pirataria”, e todos eles vão falhar imensamente nesses objetivos.

Os motivos disso são muito simples e evidentes pra qualquer um que entenda o mínimo de como informação digital e a Internet funcionam. A informação digital é, por princípio, feita pra ser facilmente copiada e compartilhada. Da mesma forma, a Internet também foi criada para compartilhamento eficiente de informação digital.

Embora exista atualmente a centralização de servidores DNS, nada impede a formação de sub-redes independentes dentro da Internet atual por meio de servidores DNS independentes, criados pelos próprios usuários. Bloquear acesso a tais servidores também não é totalmente possível, já que existem inúmeras formas de manter o serviço decentralizado.

Por meio de criptografia, podemos impedir qualquer tipo de filtragem pelo conteúdo das informações transmitidas. Bits são bits, e eles podem significar o que você quiser. Você pode facilmente pegar dois arquivos inocentes e utilizá-los para transmitir um arquivo secretamente através de técnicas criptográficas simples. Não é a toa que vários regimes ditatoriais criminalizam a criptografia.

A criação da Internet foi a melhor coisa que aconteceu com a humanidade nos últimos anos. Ela permitiu o acesso à informação, a arma mais poderosa de todas na luta contra injustiça, opressão, discriminação e ignorância. E ela oferece isso à todos conectados.

A Internet é o maior instrumento de união entre as nações na história da civilização. A união cultural é a maior ferramenta para obtenção de paz e entendimento que existe, e isso deve ser protegido à qualquer custo. Embora a ONU tenha declarado o acesso à internet um direito humano, ela não declarou a Internet um patrimônio da humanidade.

E esse, eu acredito, é o problema fundamental por trás disso tudo. As pessoas se esquecem de uma ideia extremamente importante:

A INTERNET É INTERNACIONAL E SEM FRONTEIRAS. ELA PERTENCE A TODOS NÓS.

Quando permitimos que um país, qualquer que seja, passe legislações controlando a internet, de qualquer forma que seja, estamos permitindo a destruição do maior patrimônio que a humanidade, como um todo, jamais possuiu.

Um projeto de lei preso à uma jurisdição específica não deveria ter a habilidade de afetar, de forma alguma, algo relevante para o mundo inteiro. Deveriam existir acordos internacionais para rígida proteção da integridade da Internet como ela é, e que garantem o direito de livre troca de informação, independente de qual ela seja e em que estado ela está (eg. criptografado).

E sim, isso inclui informações consideradas ilegais. Como é impossível controlar o tipo de informação transmitida (como já expliquei), não faz sentido tentar impedir a sua transmissão. É impossível vencer essa luta. Ainda mais, já que o que é considerado “ilegal” é específico de cada jurisdição, e pode mudar a qualquer instante, a perseguição de tais crimes deve ser feita FORA da internet, investigando-se e punindo PESSOAS e não endereços de IP, e dentro dos acordos tradicionais de jurisdição internacional.

O que me leva ao próximo ponto, o problema da “pirataria”, que é o que iniciou tais projetos.

Eu escrevo pirataria entre aspas pois o termo é incorreto. Um pirata não é um ladrão. Um ladrão retira algo de uma outra pessoa. O “pirata” digital faz uma cópia exata de algo, deixando o original intacto. Você pode argumentar que alguém deixa de ganhar dinheiro por causa disso, e você estaria parcialmente correto.

O conflito que existe aqui é que modernamente temos filmes, músicas e outros tipos de propriedade intelectual protegidas por copyright em forma digital. Como a informação digital é feita para ser facilmente copiada e distribuída, a distribuição de cópias ilegais deste conteúdo pela internet é extremamente fácil de ocorrer.

Os grupos que tentam combater esta situação querem impedir, em vão, a cópia e a transmissão destes dados, o que é impossível. Essa análise do problema, e a tentativa de solução, são completamente equívocas e idiotas.

A verdade é bem mais simples: o problema da pirataria não é tecnológico, ele é comercial. Sua origem é no relacionamento entre o consumidor e o vendedor, não no relacionamento entre consumidor e máquina.

Se alguém está pirateando algo, isso quer dizer que este consumidor em potencial já possui interesse naquele produto. Ele potencialmente investiria dinheiro nele, mas não o faz. Os motivos mais comuns são:

1) O valor comercializado é considerado excessivo. Exemplos comuns são jogos, filmes e álbuns distribuídos digitalmente com preços semelhantes ou maiores do que os distribuídos fisicamente. Fora o preço alto por outros motivos mesmo.

2) A pessoa não sente confiança em investir dinheiro no produto. Muitas vezes, a pessoa pirateia algo para “testar”, e após o teste acaba achando que o produto não vale o que foi pedido. Muitas pessoas acabam comprando uma cópia legítima após piratear um produto.

3) O produto comprado honestamente é, ironicamente, cheio de avisos e proteções contra pirataria que acabam causando mais transtorno do que o produto pirata. Isso é frequente DVDs/Blu-Rays, com trailers e avisos que você é obrigado a assistir toda vez que quer assistir ao filme, em músicas, onde você não tem a liberdade de facilmente copiar para outros dispositivos que você possui, e em programas e jogos, repletos de sistemas de segurança que muitas vezes são piores que programas maliciosos como vírus, trojans e outros malwares.

4) O produto não é disponibilizado de forma legítima na região onde reside o consumidor. Isso é cada vez mais frequente, e quem não mora nos EUA com certeza já sofreu muito disso.

Todos os 4 motivos são facilmente corrigidos, e todos já foram feitos com resultados surpreendentes para diminuição de pirataria.

1) Valor excessivo: Várias empresas de venda de música, vídeo e software independentes conseguiram conquistar grande mercado através de um modelo acessível de distribuição digital. Serviços como BandCamp, Netflix e Steam tem obtido enorme sucesso em vendas e clientela por oferecerem produtos à preços acessíveis.

2) Falta de confiança no investimento. Demos de software e jogos tem servido esse papel relativamente bem, com variados graus de sucesso. Tudo depende do jeito em que o produto teste é oferecido e apresentado. O mesmo poderia ser feito com filmes: imagine se pudéssemos assistir de graça 30 minutos de um filme antes de decidir se queremos assistir o resto?

3) Produto legítimo inconveniente em relação ao pirata: a compra de um produto legítimo deveria ser um bônus, não uma tortura. O consumidor legítimo deveria ser recompensado com conveniência e qualidade pela compra de produtos legítimos. Isso pode ser feito através de benefícios adicionais, remoção de propagandas, descontos futuros, entre outros.

4) Produto não disponível para todos os países: a solução seria admitir que existe um mercado no mundo inteiro, apenas aguardando a oportunidade de consumir. Facilitar e agilizar acordos internacionais de distribuição e comercialização poderiam facilmente resolve este problema. Quando consumidores de um país têm que esperar meses para conseguir legitimamente um produto já distribuído online, algo está errado. Isto apenas evidencia que o sistema precisa se adequar ao ritmo da Internet.

O mais legal é que TODA VEZ que uma empresa ou artista resolve se desprender destes modelos de negócio obsoletos tradicionais, os resultados são surpreendentes. Alguns casos de sucesso: BandCamp, Netflix, Steam, as bandas Radiohead e Nine Inch Nails com seus albuns “In Rainbows” e “Ghosts”, o último especial do comediante Louis CK, “Hilarious”, entre outros. Pessoas do mundo inteiro caem em cima de tais ofertas, e não têm medo algum de investir dinheiro em tais iniciativas.

Ou seja, o problema aqui não é a Internet, não são os computadores e muito menos os usuários.

O problema são corporações antiquadas, ultrapassadas e com modelos de negócio obsoletos que não souberam se adequar ao mundo moderno, e perdem dinheiro devido à pirataria justamente por não saberem aproveitar a enorme oportunidade de negócio que está à sua frente.

Pra resumir:

PROTEJA A INTERNET COMO ELA É, E LUTE PELA EVOLUÇÃO DE UM MERCADO DIGITAL ONLINE JUSTO.

É tudo que precisamos para salvar a Internet deste e dos diversos outros ataques à sua integridade.

 

Autor: Lucas Vieira

Fonte: http://www.facebook.com/1ucasvb/posts/2501334024903

 

 

 

 

 

jun 17

Tutorial Detalhado para destravar seu Nintendo Wii sem necessidade de instalar ModChip

Destravamento de WII americano, europeu e japones via software.

Esse guia vai ensinar a deixar seu Wii pronto pra rodar jogos backup e homebrews, sem a necessidade de modificar o console com um modchip. Para realizar essa modificação você precisa do game The Legend of Zelda Twlight Princess original e de um Cartão SD.

Destrave seu WII usando um Cartão SD e uma cópia original do Game The legend of zelda Twlight Princess.

Segue então abaixo o guia passo a passo:

Baixando o Kit para destravamento do wii

Faça o download dos arquivos Wad necessários: cIOS249-v7.wad e IOS16-64-v257.wad ( Google it! )

Usando o Zelda para instalação do Homebrew Chanel no Wii

Coloque o cartão SD no seu Wii, e acesse o menu de Saves (clique no WII no canto esquerdo da tela -> Data managment -> Wii Saves -> SD Card ), você vai encontrar 3 saves do Zelda, copie o save correspondente a região (japonês, europeu ou americano) do seu Wii para a memória interna do console.Agora entre no game e carregue o save, ande e converse com o personagem que vai aparecer que o Homebrew Channel estará instalado.

Instalando os Homebrews necessários para o destravamento via software

Agora devemos configurar os Homebrews: Primeiro entre no Homebrew Channel, vá para segunda página de programas e selecione “Instalar_cIOS Custom”, pressione A 2x sem alterar nenhuma opção, a instalação demora alguns segundos, depois é só pressionar novamente qualquer botão para reiniciar o Wii. Entre no Homebrew channel novamente Abra o “Gerenciador de Wads” para instalar a wad IOS16 (o que não tem o 16 escrito no icone). Entrando nele aperte “A” 2x e selecione “IOS16-64-v257.wad”, aguarde e novamente seu console será reiniciado. Va novamente no Gerenciador de Wads agora no com o IOS16 no icone Pressione “A” 2x dessa vez escolha a wad “cIOS249-v7.wad” aguarde a instalação. Repida o ultimo passo mas agora escolha a wad “backup loader no wii menu.wad

Rodando os games com o Wii ja desbloqueado via software

Agora é só rodar os games, existem 3 métodos.

1 – Usando Backup channel – No Wii Menu direto:

Insira o DVD e pressione Start.O disco não gira normalmente e não mostra a foto do jogo mas é direto no wii menu

2- Usando Backup Launcher

Abra o Backuplauncher 0.3 e clique em LaunchGame.

3- Usando o SoftChip:

Vá até a terceira página dos programas e abra o Softchip. Quando ele abrir aperte “+”para abrir um menu de seleção e nele selecionar o IOS249. Agora é só apertar “A” e rodar o game.

Achado em : http://www.lynko.com.br/blog/tecnologia/destravando-wii-via-software/

mar 30

Violento em todos o sentidos.

Visto em Sedentário e Hiperativo